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Morre aos 52 anos a lenda do jazz sul africano Zim Ngqawana

Capa do ?lbum Zimology, de 1998. Foto: Reprodu??o

Capa do ?lbum Zimology, de 1998
Foto: Reprodu??o

O m?sico sul-africano Zim Ngqawana, um dos ?ltimos expoentes do jazz de seu continente, morreu aos 52 anos, informou nesta ter?a-feira (11) a ag?ncia de not?cias Sapa.

Ou?a jazz no Sonora

Flautista e saxofonista, Ngqawana morreu em consequ?ncia de um infarto no hospital Charlotte Maxeke, em Johanesburgo, ap?s ser hospitalizado no fim de semana passado.

Ele foi o m?sico que mais indica??es recebeu em um mesmo ano nos Pr?mios da M?sica da ?frica do Sul. Foi tamb?m o respons?vel por dirigir a orquestra Tambores pela Paz, por ocasi?o da posse de Nelson Mandela como primeiro presidente democr?tico da ?frica do Sul, em 1994.

Nascido na cidade litor?nea de Port Elizabeth, em 1959, Zim Ngqawana era o ca?ula de cinco irm?os e come?ou a tocar flauta aos 21 anos.

Estudou na Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, onde teve a oportunidade de aprender com as lendas do jazz Archie Shepp e Yusef Lateef.

O conselheiro de Arte e Cultura da prov?ncia de Gauteng, Johanesburgo, Lebogang Maile, lamentou a morte de Ngqawana, a quem qualificou de "g?nio".

"Sua perda deve servir de recorda??o para as pessoas, especialmente aos jovens, do rico legado musical que possu?mos", disse Maile ? ag?ncia de not?cias sul-africana Sapa.

O Conselho de Patrim?nio Nacional da ?frica do Sul (NHC) afirmou que Ngqawana ser? recordado por sua contribui??o ? promo??o da m?sica sul-africana e expressou tristeza pela morte prematura do saxofonista.

"A ?frica do Sul e o mundo inteiro tinha at? grandes expectativas postas nele. Sua hist?ria passar? a fazer parte do patrim?nio musical deste pa?s, por sua excel?ncia e capacidade de inova??o", afirmou Sonwabile Mancotywa, diretor do NHC, que manifestou condol?ncias ? fam?lia, amigos e admiradores do m?sico.

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Filha de Cary Grant, lenda do cinema, nega que ele era gay

 . Foto: Divulga??o

Uma das in?meras fotos de quando Cary Grant e Randolph Scott moravam juntos em quarto de hotel
Foto: Divulga??o

Jennifer Grant, filha de Cary Grant, tido como um dos maiores astros da hist?ria de Hollywood, negou que ele tenha morado e se relacionado sexualmente com o ator Randolph Scott por 12 anos seguidos. O desabafo de Jennifer est? na biografia de Grant, Good Stuff: A Reminiscence of My Father, Cary Grant, escrito por ela.

"Eu n?o culpo os homens por quer?-lo. Papai respondia aos olhares deles porque ele gostava de ser desejado. De alguma forma ele gostava de ser chamado de gay. Ele gostava de provar ?s mulheres que todo mundo estava errado", conta ela, ignorando as in?meras fotos, relatos e testemunhas sobre o relacionamento com Scott, que teria acontecido de forma mais intensa no final dos anos 1930, quando eles comprovadamente moraram juntos em um mesmo quarto de hotel em Hollywood.

Apesar de sua fala, nas p?ginas da publica??o, ela diz que n?o sabe ao certo se ele chegou a transar com outros homens.

Amigos insepar?veis, Cary Grant e Randolph Scott possuem um ?lbum de fotos em que aparecem em momentos ?ntimos, embora apenas poucas delas tenham realmente vindo a p?blico. A lista de bi?grafos e estrelas de Hollywood que confirma que Grant era homossexual ? imensa. A maior parte dessas biografias conta que, embora Grant tenha se casado cinco vezes, todos esses casamentos foram for?ados pelos est?dios onde trabalhava, na tentativa de criar uma imagem de gal? viril para o p?blico feminino - contratos esses que eram comuns, especialmente entre os anos 1930 e 1950.

Para escrever o livro, Jennifer usou apenas suas mem?rias pessoais e fitas de v?deo e ?udio gravadas pelo pai. Ela foi a ?nica filha de Grant, que a teve aos 62 anos, quando j? tinha se aposentado. O livro chega ?s lojas americanas nesta segunda-feira (9).

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